Esfinge Metal

Serviço de arquivamento de informações do Esfinge Metal!

Geralmente os pendrives chegam de fábrica com uma partição do velho formato ext16, por questões de compatibilidade com os sistemas operacionais e dispositivos. Ocorre que esse formato tem à limitação de não poder armazenar arquivos com mais de 4g, normalmente.

Um truque rápido para contornar esse problema é separar o arquivo ou diretório em volumes de tamanho menor. Isso pode ser feito de modo "universal" com o 7zip, em linha de comando:

7z a -t7z -mx=0 -v1024m Arquivos /home/usuario/pasta_grande/
Esse comando irá rapidamente gerar vários arquivos de 1g contendo tudo que está na pasta "pasta_grande". Esses arquivos podem ser restaurados de modo rápido, pois, o argumento -mx=0 implica na não compactação dos dados, isto é, os dados foram copiados.

Isso também pode ser feito pela interface gráfica do nautilus, mas o processo será lento, pois, não há opção para escolher o nível de compressão.

Esse e outros usos do 7zip podem ser vistos na página: http://meng6.net/pages/computing/example/examples_of_using_7z/

Exemplo de utilização do ambiente figura:

\begin{figure}[especificador de posição]
\centering
\includegraphics[scale=0.8]{imagem}
\caption{Legenda}
\label{Referência}
\end{figure}

Onde "especificador de posição" pode ser:





























Especificador Descrição
h Posiciona aproximadamente na posição em que o ambiente foi definido.
t Posiciona no topo da página
b Posiciona no fundo da página
p Pôe numa página separada, apenas para floats
! Sobrepõe os padrões
H Posiciona exatamente onde o ambiente foi definido. Mas para tanto o ambiente float deve estar carregado (i.e \usepackage{float})


Geralmente o ideal é usar o especificador H, o problema é que eventualmente pode ocorrer quebra de página. O mesmo vale para o ambiente tabela:
\begin{table}
\centering
\begin{tabular}[especificador de posição]{|c|c|}
\hline • & • \\
\hline • & • \\
\hline
\end{tabular}
\caption{Legenda}
\label{Referência}
\end{table}

Outras alternativas para o posicionamento de figuras e tabelas são discutidas no artigo "Prevent floating of figures or tables". A dica de usar o pacote caption é muito útil:
\usepackage{caption}
...
\begin{center}
\includegraphics{filename}%
\captionof{figure}{text}\label{labelname}%
\end{center}

Apliquei essa dica para embutir com "\includegraphics{tabela.pdf}" uma "imagem pdf" de uma tabela, e ter a legenda corretamente informando "Tabela 1: ...". Assim:
\begin{center}
\includegraphics[scale=0.65]{tabela.pdf}
\captionof{table}{Texto da legenda da tabela}\label{Label da tabela}
\end{center}

Com isso, também é interessante ajustar as legendas do pacote caption, exemplo:
\usepackage[format=hang,indention=-0.3cm,justification=justified,
margin=30pt,font=small,labelfont=bf]{caption}

A documentação do caption pode ser acessada no Debian com o comando:
texdoc caption

Fonte: LaTeX Wikibook.

Aparentemente não é possível criar novos ícones no Ubuntu 11.10 pela interface gráfica do Unity.

Felizmente, é possível resolver esse problema seguindo os passos indicados no fórum do Ubuntu.

Reproduzirei aqui as etapas para fácil acesso.

Mudar o diretório:

cd /usr/share/applications/
Fazer uma cópia de algum ícone (como referência):
sudo cp bluefish.desktop bluefish_svn.desktop
Editar alterando os atributos necessários:
sudo nano bluefish_svn.desktop
Não esquecendo de alterar o "Exec" para o alvo:
Exec=env UBUNTU_MENUPROXY= /opt/bluefish/bin/bluefish %F

Feito isso, procure pelo nome do aplicativo no "Painel inicial". Se desejar arraste e solte na barra lateral.

Os pacotes do repositório Debian para i386, por padrão, são compilados sem nenhum tipo de otimização. Consequentemente alguns aplicativos não desempenham bem. Por exemplo maquinas virtuais, emuladores e aplicativos gráficos.

Por sorte, é possível contornar esse problema compilando esses pacotes.

Os compiladores GCC possuem opções de performance, ativados pelos “Compiler Flags”. Por exemplo, para compilar com o maior número de otimizações e as instruções SSE2 ativadas, o comando

CXXFLAGS='-O3 -march=native -mfpmath=sse -msse2',
deve fornecer um bom incremento.

Alguns aplicativos também podem fornecer outras possibilidades. Exemplo:
CXXFLAGS='-O3 -march=native -mfpmath=sse -msse2'
./configure --enable-osmesa --prefix=/opt/desmume/.
A opção --enable-osmesa melhorou sutilmente o desempenho do Desmume.

O problema é que o binário gerado terá compatibilidade limitada. Por isso os pacotes Debian são compilados sem esses recursos.

É comum compilar programas para executar em computadores que se conheçe. Nesse caso, suponha que o programa será utilizado em maquinas com processador Intel Core de segunda geração. Podemos compilar com otimizações para essa plataforma usando march=corei7-avx. Por exemplo, com o GNU GCC 4.6.1:
CFLAGS='-O3 -march=corei7-avx -mfpmath=sse -msse2'
./configure --prefix=/opt/bluefish
Com essas opções, o tempo para compilar diminuiu drasticamente. E naturalmente, os binários serão compativeis com qualquer computador com Intel core de segunda geração.

Quanto a performance, veja o benchmark feito pelo Phoronix e esse interessante comentário. Experimente também:
CFLAGS='-O3 -march=corei7-avx -mfpmath=sse -msse3 -mtune=corei7-avx -flto -fwhole-program'
./configure --prefix=/opt/bluefish
Segundo a documentação do GNU GCC, o comando -march gera código otimizado para arquitetura alvo. Utilizando march=native gera código com todas as otimizações possíveis para o processador atual, uma vez que march implica mtune.

Saiba mais em: http://gcc.gnu.org/onlinedocs/gcc/i386-and-x86_002d64-Options.html, http://gcc.gnu.org/onlinedocs/gcc-3.4.5/gcc/Optimize-Options.html, http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Vector_Extensions#Compiler_and_assembler_support.